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Parece mentira, mas é verdade: os óculos estão entre os itens mais perdidos por usuários das 33 estações de metrô da cidade do Rio de Janeiro. É claro que o fato de ser um acessório caro e de uso pessoal e que, por isso mesmo, não deveria ser esquecido com tanta facilidade, não transforma a venda de óculos em algo mais fácil de ser concretizada. Nenhum cliente, em sã consciência, dirá ao balconista de ótica “me dê meia dúzia porque
costumo esquecê-los em bancos de ônibus ou de praças”. Mas a constatação comprovada (e que deve se repetir em qualquer cidade do mundo) serve para que o pessoal do atendimento nos pontos de venda do setor ótico possa induzir os clientes a adquirirem ao menos dois pares de armações para leitura! Afinal, podemos até permanecer um tempinho enxergando mal à distância, mas permanecer sem poder ler absolutamente nada é simplesmente terrível!
Vale começar pela velha piada sobre os dois visitantes no cemitério:
Um sujeito acabava de colocar flores sobre a lápide de algum parente quando, na sepultura ao lado, viu um chinês depositando sobre outra lápide um prato de arroz. Observando a atitude que considerou esquisita, o que colocou flores resolveu abordar o chinês:
_“O senhor realmente acredita que quem estiver enterrado aí
irá aparecer para comer o arroz?”
_“Claro, respondeu o chinês, e no mesmo instante em que o seu aparecerá para cheirar as flores...”
Questões de pontos de vista, como a da piada acima, são um ótimo recurso para nos lembrarmos de que as regras mais elementares de civilidade andam esquecidas e precisam ser retomadas. Muitos princípios de educação estão sendo
relembrados em treinamentos para o pessoal que lida com o público (e que não são obrigatoriamente vendedores) e aqui vamos oferecer apenas um:
A partir de hoje, trate a todos que encontrar como se fossem estar mortos à meia noite. Ofereça a eles toda a atenção, gentileza e compreensão que você for capaz e faça isso sem pensar em qualquer retribuição. Você verá que sua vida nunca mais será a mesma novamente.