P ois se você é um desses, saiba que o médico alemão Gerd Kemperman, que conquistou notoriedade por suas pesquisas sobre o uso experimental de células tronco com a finalidade de reverter danos no cérebro associados ao envelhecimento, concluiu que quanto maior – e mais abrangente - for a atividade intelectual do cérebro, menor são as chances de um de nós sermos afetados pela demência senil. Para ele, os famosos testes para a estimulação do raciocínio e da memória (como praticar palavras cruzadas, por exemplo) são muito limitados
no auxílio da preservação da capacidade mental na velhice porque não possibilitam a produção de novos neurônios. Já a leitura, por obrigar à reflexão, é o único meio de fazer com que o cérebro produza novos neurônios, mesmo na fase adulta da vida. Como sempre, a prevenção ainda é o melhor remédio...
 
E SE LER É O MELHOR REMÉDIO...
 
Vale investir no livro lançado pelo advogado Marcos Dessaune. Especialista em qualidade de atendimento, a base de sua idéia ao escrever o livro “Histórias de um
Super-Consumidor” é implantar a verdadeira cidadania, fazendo com que consumidores façam valer seus direitos de forma civilizada. Para Dessaune, atitudes como deixar de ser cliente de uma empresa ou enviar cartas com reclamações, não levam a nada porque o mais provável é que tais empresas não sintam a falta destes consumidores ou nem percebam o teor das cartas que estes lhes enviam. Assim, o advogado prega a teoria de fazer valer os seus direitos nos mesmos moldes em que consumidores de nações ricas o fazem quando se sentem desrespeitados.
   Nas cores:
 
Jogo de contrastes na combinação entre tonalidades vivas, radiantes e tons mais escuros; por exemplo: amarelo limão com âmbar.
 
   No vestuário:
 
Mais contrastes através da mistura de peças leves e outras mais pesadas como, por exemplo, um shortinho acompanhado de blazer estruturado, cortado à mão, estilo alfaiataria.
 
   Repensando o conceito de luxo:
 
Na moda, o novo sentido que se dá ao luxo, a opulência só merece destaque quando aparece em trabalhos artesanais. Depois da crise, o verdadeiro luxo não será mais a ostentação de poder, até agora explicitada através de símbolos como logomarcas poderosas (seja em automóveis, seja em acessórios) mas, sim, através da preocupação respeitosa com a sobrevivência dos menos favorecidos. Tecidos bordados ou pintados à mão, com a simplicidade
tão característica dos artesãos, parecem re-direcionar a mentalidade das consumidoras em benefício de uma comunidade há muito tempo esquecida.
 
   Comportamento:
 
Chique mesmo, será o comportamento elegante retomado à moda antiga, quando as etiquetas caras jamais estiveram visíveis, à mostra. E para quem não está muito antenado, o que pode se prever em matéria de comportamento, tem a ver com o esgotamento da super exposição. Atitudes como falar ao celular dentro de coletivos e em tom de voz que qualquer um ouça assuntos que só dizem respeito a você, expor intimidades em blogs ou sites de relacionamento, ou mesmo aqueles gritos histéricos emitidos por participantes de BBB - só para citar uns poucos exemplos - se tornaram indicativos de tanta falta de educação quanto, no século passado, algum convidado de banquete poderia cometer se ousasse erguer um prato de finíssima porcelana a fim de verificar a logomarca do fabricante e decifrar o poder aquisitivo do anfitrião...

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