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e tanto já falamos sobre a informação visual transmitida através de vitrines, há muito que os pontos de venda do primeiro mundo aderiram a um novo estágio desta informação visual, uma conseqüência da evolução das vitrines temáticas: a “loja dentro da loja” – conforme o marketing vem tratando o assunto – é um diferencial que pode gerar um fluxo de inesperados clientes potenciais. “Inesperados” porque, como qualquer comerciante está cansado de saber, para que o
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consumidor “dê as caras”, basta que se acente com algo inusitado. No caso de óticas, uma idéia interessante seria transportar eventos temáticos apresentados na vitrine para o interior da loja. Como um “prolongamento” do que a vitrine”anuncia”, interessados no assunto (tema) – mesmo sem que estejam interessados na compra de um novo modelo de óculos – são capturados pela informação visual e atraídos para o interior. Um exemplo? Simples: quem não aprecia
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cinema? De onde vem a tendência de moda dos modelos solares em acetato preto senão dos filmes de sucesso produzidos na década de 60? Por que não formar uma parceria de merchandising com uma marca de confiança e, por uns 20 dias, ver sua loja recebendo clientes saudosistas, jovens descolados que sonham com a fama do estrelato ou – melhor que tudo – uma visitinha da jornalista de moda do jornal local interessada em saber do que se trata?
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