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Esta circulou pela Internet. Sam Walton, dono da Wal Mart, empresa varejista norte-americana com faturamento na casa dos três bilhões de dólares, teria proferido o seguinte discurso de abertura para um programa de treinamento implantado para seu quadro de funcionários:
“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa, e aguarda pacientemente enquanto os garçons fazem tudo, menos anotar o meu pedido. Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares. Eu sou o homem que entra em um banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar. Eu sou o homem que, quando entra em um estabelecimento comercial,
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parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando ser notado.
Vocês devem estar pensando que sou uma pessoa paciente, do tipo que nunca cria problemas? Enganam-se! Vocês sabem quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta! Por isso muito me diverte ver que certas empresas gastam rios de dinheiro em publicidade tentando me levar de volta às suas lojas, se quando estive lá pela primeira vez tudo o que deveriam ter feito era apenas uma pequena gentileza, tão barata, como me oferecer cortesia. Clientes, meus caros, podem demitir todos os funcionários de uma empresa, do mais alto executivo ao mais baixo escalão, simplesmente indo gastar seu dinheiro em outro lugar!”
Falou e disse...
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